FUTURO

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Oi Futuro se inspira na obra de Chimamanda Ngozi Adichie para o Mês da Consciência Negra

13 de novembro de 2017

Para celebrar o “Mês da Consciência Negra”, o centro cultural do Oi Futuro conta com uma programação especial para debater sobre a importância das questões de gênero e do combate ao preconceito na educação de jovens e crianças. Para isso, a nova edição da “Hora do Livro” provocará a reflexão do público sobre feminismo, maternidade, raça e gênero com a leitura compartilhada do livro “Para Educar Crianças Feministas”, de Chimamanda Ngozi Adichie.

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Considerada um dos maiores nomes da literatura moderna, a escritora nigeriana explodiu mundialmente após trechos do seu discurso “Todos nós deveríamos ser feministas”, durante o TEDxEuston, terem sido reproduzidos na música “Flawless”, da cantora Beyoncé.

 

Chimamanda publicou seu primeiro romance “Hibisco Roxo” (2003) aos 26 anos e, desde então, se tornou referência na luta da igualdade de gênero e raças, ao retratar a realidade e a riqueza da cultura africana sem abordar os estereótipos. Em sua carreira, ela publicou três contos e seis livros, além de colecionar participações em palestras, workshops e importantes conferências mundiais que inspiram e empoderam mulheres ao redor do mundo a lutarem pelos seus direitos .

 

A obra “Para Educar Crianças Feministas” é inspirada em uma carta que a autora escreveu para uma amiga que havia pedido seu conselho em como criar sua filha.  Partindo da preocupação da educação de uma criança contribuir na construção de uma sociedade mais justa, livre e sem preconceitos, a autora expõe 15 sugestões para auxiliar pais na educação de seus filhos. Apesar desse recorte, o livro não se direciona apenas para os responsáveis, mas sim para toda a sociedade que busca um mundo mais igualitário. Confira abaixo outras três obras da escritora:

Meio Sol Amarelo

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Publicado na Nigéria em 2006, “Meio Sol Amarelo” é o segundo romance escrito por  Chimamanda Ngozi Adichie. A história se passa durante a Guerra Nigéria – Biafra e conta a vivência de duas irmãs gêmeas que representam os dois lados de uma nação dividida pela a guerra civil. O livro foi vencedor do National Book Critics Circle Award e Orange Prize de ficção de 2007.

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A obra, publicada em 2013, conta a história de amor de Ifemelu e Obinze durante um período de grande tensão política na Nigéria. Em busca de uma alternativa para seus estudos, Ifemelu se muda para os Estados Unidos. Enquanto se destaca no meio acadêmico, a personagem se depara pela primeira vez com as dificuldades em ser imigrante, negra e mulher. O livro foi vencedor do National Book Critics Circle Award e foi eleito um dos 10 melhores livros do ano pela NYT Book Review. Além disso, a obra teve seus direitos para o cinema comprados pela atriz Lupita Nyong’o, vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante por “Doze anos de escravidão”.

Sejamos Todos Feministas

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O “Sejamos Todos Feministas” foi publicado em 2014 após o discurso da autora para o TEDxEuston. No livro, Chimamanda explica o que é ser feminista e quando ela se deu conta do que isso significava em sua realidade como mulher negra nigeriana. A questão central desta obra é de como o feminismo é essencial para a libertação de homens e mulheres.

Veja a programação completa para o “Mês da Consciência Negra” em nosso centro cultural:

 

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Crédito: OLIVER CONTRERAS – LINK: HTTPS://BRASIL.ELPAIS.COM/BRASIL/2017/10/01/CULTURA/1506882356_458023.HTML