O primeiro passo em direção à responsabilidade corporativa foi dado em casa. A semente que praticamente deu início ao Oi Futuro germinou em solo próprio: a Unite - Universidade Telemar, destinada à formação de seus colaboradores.
Simultaneamente, crescia o empenho da empresa na redução do quadro de exclusão social, estendendo-o por toda a sociedade, através do desenvolvimento e incentivo a projetos educacionais e culturais já existentes. Destacavam-se aí o Projeto Telemar Educação, atual
Tonomundo, e o Museu do Telephone que, mesmo fechando suas portas para obras, ampliava ainda mais sua abrangência, tornando-se um espaço único no Rio de Janeiro.
Pioneiro nas metas de democratização do conhecimento com auxílio da informática, o Tonomundo nortearia a criação do Instituto nos moldes atuais. Em seu primeiro ano de existência, o projeto já recebia a chancela da Unesco. .
Estudos do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) também fortaleceram a necessidade de uma ação direcionada para o plano da responsabilidade social/corporativa: a existência no Brasil de 53 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza.
Assim, nesse contexto de sucesso das primeiras ações internas - num panorama nacional e internacional em que cresce o consenso que somente uma ação conjunta de todos os agentes sociais (poder público, empresas, ONGs e indivíduos) é capaz de interromper o ciclo de perpetuação da miséria -, a Oi e a Telemar assumiram o desafio da criação do Oi Futuro, em dezembro de 2001.